Didática e Metologia para a Dança do Ventre

Querida Aluna,

Eu Dalilah, apresento a você a melhor escola de dança do ventre de Brasília, com um ambiente amplo, confortável e decorado com legítimos produtos egípcios. Dalilah Companhia de Dança do Ventre, conta com um seleto grupo de professoras de altíssimo nível e renome no mercado nacional da dança.

Nossas instalações oferecem conforto, segurança e um atendimento de qualidade.

Venha descobrir a magia dessa arte milenar

Didática e Metodologia.

A didática e metodologia para a Dança do Ventre vêm se aprimorando com o passar dos anos, através disso, também a profissionalização de vários artistas. Dalilah vem traçando em suas aulas e workshops sempre uma didática dinâmica, coerente e impar no meio artístico da Dança do Ventre. Tendo seu método como base, buscaremos além do seu aprimoramento técnico, respeitando sempre seus limites, o desenvolvimento das várias habilidades que a dança te proporcionará tais como:

– Coordenação motora.

– Consciência corporal.

– Sustentação, eixo e equilíbrio.

– Fortalecimento muscular, tonificando pernas, abdômen, glúteos e braços.

– Aumento da flexibilidade proporcionando um melhor alongamento.

-Desenvolvimento da sensibilidade auditiva e sensorial.

-Autoestima, sensualidade.

Buscando o desenvolvimento destas habilidades através de aulas práticas, com: aprimoramento técnico, exercícios dinâmicos em grupo ou personalizados utilizando também ferramentas como: vídeos (podem ser utilizados em sala de aula ou acessados através do site com sua senha), material metodológico e textos proporcionando a você aluna um aprendizado consciente e satisfatório.

 

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A arte da dança do ventre e sua história

Dalilah Lopes
Dalilah Lopes

A arte da Dança do Ventre, ou como é chamada em árabe Racks El Sharqui, traz consigo uma

milenar arte que fora passada e desenvolvida de geração em geração. A procedência desta

arte é ainda muito vaga, já que somente os manuscritos ritualísticos das grandes pirâmides são

os registros que chegaram até os nossos dias. Juntamente ao seu caráter artístico, a dança do

ventre é também uma atividade física que trabalha concentração, equilíbrio, coordenação

motora, entre outros benefícios que proporcionam a tonificação corporal e a saúde feminina.

A dança do ventre resgata a alma e o conhecimento feminino na busca da mulher por

A dança sempre foi uma expressão humana importante, desenvolvida juntamente com outras

formas de expressão, como a pintura e as artes plásticas. Inicialmente muito ligada à religião,

foi por muito tempo a manifestação de crenças e a execução de rituais dedicados aos mais

diversos deuses. Assim, a dança forma-se como manifestação corporal ligada a manifestações

festivas e populares, em celebrações no Egito, no Antigo Oriente, nas civilizações Islâmicas e

É na Índia que a dança, juntamente com o teatro, assume importância e força, que nem o

domínio de outras civilizações, como a liderada por Alexandre, o grande, consegue disseminar.

É neste momento que a dança, ainda atrelada à religião, ganha especificidades artísticas que

se manifestam no detalhamento e no desenvolvimento dos movimentos. Atualmente, o que

chamamos hoje de dança do ventre é um conjunto rico e diversificado de diversos ritmos e

formas de danças desenvolvidas junto à sociedade oriental, manifestada nos diversos estilos.

Em sua passagem para o Ocidente, a dança do ventre recebeu muita influência do Ballet,

principalmente de seu estilo clássico, o qual forneceu à dança oriental movimentos corporais,

como os arabesques e a forma postural, que auxiliam e dão nova expressividade aos

movimentos típicos dessa dança milenar.

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Diretamente do Canadá com exclusividade na Dalilah Cia de Dança do Ventre um fantástico workshop, que será exclusivo para poucas pessoas. Você não pode perder essa oportunidade única, é raro termos um talento único assim tão perto de nós! Não deixe essa passar garanta a sua vaga agora.

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Procuramos com carinho os melhores temas que irão auxiliar ainda mais os seus movimentos nas danças. Entre os temas escolhidos temos:

  • Possibilidades de deslocamentos na música oriental.
  • Interpretação de músicas ocidentais
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Além da certificação

Os processos de certificação na dança do ventre são motivadores para o desenvolvimento da bailarina. Mas o tema ainda gera muitas dúvidas

Transmitir emoção e encantamento a um público é uma das sensações mais prazerosas que uma bailarina experimenta quando dança. Entretanto, atrás das coxias a mesma bailarina tropeça em tantos paradigmas que gera ansiedade e até dúvidas quanto a sua atuação.

Uma dessas dúvidas está relacionada à questão da certificação na dança e a contribuição de tal título para alavancar a carreira. No Brasil, para atuar como bailarina ou bailarino profissional, não há obrigação de diploma. Mas várias instituições e escolas de dança, em diferentes estilos, oferecem a oportunidade de obter certificados e selos de reconhecimento que qualificam o trabalho e atuação destes profissionais, bem como permite o aprimoramento de suas habilidades.

Especificamente na dança do ventre, a certificação vem sendo palco de grandes discursões. No Brasil, atualmente, a certificação mais conhecida é a da Casa de Chá – Khan el Khalili. O processo, anual, é legítimo, pois “abre portas no país inteiro pela credibilidade que tem e forma boas bailarinas”. É o que explica Jorge Sabongi, proprietário e diretor artístico da Instituição.

Jorge Sabongi: Quando qualificamos uma bailarina através da Pré-Seleção, colocamos nas mãos dela o compromisso de difundir uma dança do ventre de alto nível. Crédito da foto: NO
Jorge Sabongi: Quando qualificamos uma bailarina através da Pré-Seleção, colocamos nas mãos dela o compromisso de difundir uma dança do ventre de alto nível
Crédito da foto: NO

Para Jorge Sabongi, o processo de Pré-Seleção da Casa de Chá para adquirir o Selo, permite que a bailarina se atualize constantemente, na busca por uma dança de qualidade. “Quando qualificamos uma bailarina através da Pré-Seleção, colocamos nas mãos dela o compromisso de difundir uma dança do ventre de alto nível. Fazer isso é um objetivo não utópico. Quanto mais a dança cresce e se desenvolve, todos ganham com isso”, comenta.

Desenvolvimento técnico para valorização da cultura – A qualificação na dança do ventre também é importante para corrigir alguns conceitos difundidos erroneamente na mídia.

Segundo Jorge Sabongi, a mídia ainda não se encontrou na dança do ventre. “A mídia distorce e vulgariza a dança do ventre. Com isso vem o preconceito. As pessoas que assistem a dança levada desta forma, não tem informação adequada sobre ela e acreditam no que assistem na tela. Fazem pré-julgamento e, muitas vezes, se assustam com algo que poderia ser visto de forma ‘bela”.

Neste contexto, o estudo é fundamental. Conforme explica Dalilah, bailarina e diretora artística da Dalilah Cia de Dança do Ventre, o estudo constante permite que a bailarina conheça a cultura, as técnicas e contribua para que haja respeito e valorização dentro da dança do ventre. “Uma bailarina que pesquisa a cultura, o histórico e as técnicas, tem condições para propagar uma dança do ventre isenta dos estereótipos e exigir respeito de contratantes que desconhecem a arte”, declara.

Para Dalilah, o estudo contribui para que haja respeito e valorização dentro da dança do ventre
Para Dalilah, o estudo contribui para que haja respeito e valorização dentro da dança do ventre

Arte em debate – Porém as discussões envolvendo os processos de certificação na dança do ventre são inúmeras. Os julgamentos levantados fazem referência à determinação de um padrão análogo na dança do ventre.

Jorge Sabongi contesta e explica que as características e diferenças de cada bailarina são respeitadas. A certificação considera a qualidade técnica, expressiva e principalmente artística das bailarinas. “Quando a bailarina envia o material para avaliação da dança, ela recebe um perfil de tudo que precisa melhorar para começar a progredir mais depressa. Este é o objetivo da Pré-Seleção, por exemplo. A banca examinadora da Khan el Khalili é um parâmetros para a bailarina identificar se está no caminho correto e qual é a direção a seguir. Ter um ‘Padrão de Qualidade Khan el Khalili’ não é só um nome; não significa que a bailarina perderá suas características e estilo próprio. Significa que ela começa a compreender e adentrar no mundo mágico, que chamamos carinhosamente de ‘A Arte da Dança do Ventre’”, diz.

É o que confirma Talita Lelis, professora da Dalilah Cia de Dança do Ventre. A bailarina, que também é analista de Treinamento e Desenvolvimento em uma Instituição Financeira e coaching adquiriu o Selo da Casa de Chá – Khan el Khalili em 2014. Para ela, o processo é motivador para sair da zona de conforto. “A qualificação, independente da dança ou da área que você atua, deve ser constante. Quanto a Pré-Seleção especificamente, ou concursos de dança, a bailarina é impulsionada a estudar e aprender técnicas, estilos e performances diferentes. As novas habilidades são perceptíveis. Você entra no processo uma bailarina e sai outra” explica.

Talita: A qualificação, independente da dança ou da área que você atua, deve ser constante.
Talita: A qualificação, independente da dança ou da área que você atua, deve ser constante

Hana Maia, bailarina e também professora da Dalilah Cia de Dança do Ventre acaba de receber o Selo de Qualidade Khan el Khalili. De acordo com Hana, os processos de certificação acabam cobrando um rigor técnico, imprescindível para instituir um hábito de estudos. “Quando nos deparamos com a necessidade de estudar, nós damos a importância ao desenvolvimento técnico. Com a técnica, sentimos confiança para trabalhar o emocional que é fundamental para expressar os sentimentos na dança do ventre”, conclui.

De acordo com Hana, os processos de certificação acabam cobrando um rigor técnico, imprescindível para instituir um hábito de estudos. Crédito Foto: No
De acordo com Hana, os processos de certificação acabam cobrando um rigor técnico, imprescindível para instituir um hábito de estudos
Crédito Foto: No

Bailarina completa

Ser uma bailarina completa exige além de qualidade técnica, ética profissional e encantamento. Confira a lista de atributos a ponderar para ser uma bailarina profissional, conforme Jorge Sabongi.

– A dança deve ser harmônica.
– Humildade é essencial.
– Cuidado com os detalhes visuais! Muita informação confunde o público.
-Cuidado com a pontualidade! Uma bailarina profissional é pontual nos seus compromissos, shows e aulas.
– Respeito pelos demais profissionais.
– Ser autocrítica, mas não em excesso.
– Conhecer-se como mulher e buscar tornar-se única e não uma cópia “da cópia”,
– Ter opinião e saber quando mudá-la.
– Fazer de cada apresentação, uma obra-prima.

Comunicação Dalilah Cia de Dança do Ventre/LN

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