O carnaval não acabou

Com muita dança e solidariedade acontece o Happy Hour de Dança do Ventre do mês de fevereiro

Com muita dança e solidariedade acontece o Happy Hour de dança do ventre do mês de fevereiro, com tema: Carnaval
Com muita dança e solidariedade acontece o Happy Hour de dança do ventre do mês de fevereiro, com tema: Carnaval

Aqui na Dalilah Cia de Dança o Carnaval ainda não acabou! Neste sábado (27/02), professoras e alunas irão abrilhantar a tarde da Escola com muita dança e energia. O tradicional Happy Hour de Carnaval acontecerá às 15h e a entrada para curtir o evento será a doação de material escolar.

As doações serão entregues para famílias de baixa renda do DF e entorno. A responsável pelas entregas será a professora e bailarina, Morgana Samra.

Troca de Pulseira – O trocadilho faz referência à cerimônia de graduação de diferentes lutas e artes marciais, como judô, jiu-jitsu, karatê, entre outras, em que há a tradicional troca de faixas coloridas, indicando que o aluno evolui.

Na dança do ventre, assim como outras expressões artísticas, não há uma cerimônia específica para graduar as alunas. Então para não passar em branco o esforço e a determinação de muitas aprendizes, a Escola sempre realiza a solenidade, ‘Troca de Pulseira’; Também dividida por cores e níveis de aprendizado, como nas artes marciais.

 Venha! Se deixe encantar e seja solidário!

Comunicação Social da Dalilah Cia de Dança/LN

Estudo Dirigido

alvo fotoE quando você precisa de algo a mais?

Chega uma parte da vida da bailarina onde a sua professora vira uma Orientadora guiando ela para os caminhos corretos da dança. Não é mais só na sala de aula que virá todas as informações que você precisa discover this info here. Agora é hora de começar a buscar um algo a mais.

Você sabe pra onde ir agora? Quais são os seus próximos objetivos?

Escreva eles para que eles sejam alcançados.

A Dalilah Companhia oferece todo o seu apoio para atingir estas metas, de fato temos a turma ideal para isso. Estudo dirigido.

O Estudo dirigido foi criado para que você possa estar no mesmo nível das melhores bailarinas deste país.

Quer saber mais? Entre em contato que passamos todas as informações para você.

 

Além da certificação

Os processos de certificação na dança do ventre são motivadores para o desenvolvimento da bailarina. Mas o tema ainda gera muitas dúvidas

Transmitir emoção e encantamento a um público é uma das sensações mais prazerosas que uma bailarina experimenta quando dança. Entretanto, atrás das coxias a mesma bailarina tropeça em tantos paradigmas que gera ansiedade e até dúvidas quanto a sua atuação.

Uma dessas dúvidas está relacionada à questão da certificação na dança e a contribuição de tal título para alavancar a carreira. No Brasil, para atuar como bailarina ou bailarino profissional, não há obrigação de diploma. Mas várias instituições e escolas de dança, em diferentes estilos, oferecem a oportunidade de obter certificados e selos de reconhecimento que qualificam o trabalho e atuação destes profissionais, bem como permite o aprimoramento de suas habilidades.

Especificamente na dança do ventre, a certificação vem sendo palco de grandes discursões. No Brasil, atualmente, a certificação mais conhecida é a da Casa de Chá – Khan el Khalili. O processo, anual, é legítimo, pois “abre portas no país inteiro pela credibilidade que tem e forma boas bailarinas”. É o que explica Jorge Sabongi, proprietário e diretor artístico da Instituição.

Jorge Sabongi: Quando qualificamos uma bailarina através da Pré-Seleção, colocamos nas mãos dela o compromisso de difundir uma dança do ventre de alto nível. Crédito da foto: NO
Jorge Sabongi: Quando qualificamos uma bailarina através da Pré-Seleção, colocamos nas mãos dela o compromisso de difundir uma dança do ventre de alto nível
Crédito da foto: NO

Para Jorge Sabongi, o processo de Pré-Seleção da Casa de Chá para adquirir o Selo, permite que a bailarina se atualize constantemente, na busca por uma dança de qualidade. “Quando qualificamos uma bailarina através da Pré-Seleção, colocamos nas mãos dela o compromisso de difundir uma dança do ventre de alto nível. Fazer isso é um objetivo não utópico. Quanto mais a dança cresce e se desenvolve, todos ganham com isso”, comenta.

Desenvolvimento técnico para valorização da cultura – A qualificação na dança do ventre também é importante para corrigir alguns conceitos difundidos erroneamente na mídia.

Segundo Jorge Sabongi, a mídia ainda não se encontrou na dança do ventre. “A mídia distorce e vulgariza a dança do ventre. Com isso vem o preconceito. As pessoas que assistem a dança levada desta forma, não tem informação adequada sobre ela e acreditam no que assistem na tela. Fazem pré-julgamento e, muitas vezes, se assustam com algo que poderia ser visto de forma ‘bela”.

Neste contexto, o estudo é fundamental. Conforme explica Dalilah, bailarina e diretora artística da Dalilah Cia de Dança do Ventre, o estudo constante permite que a bailarina conheça a cultura, as técnicas e contribua para que haja respeito e valorização dentro da dança do ventre. “Uma bailarina que pesquisa a cultura, o histórico e as técnicas, tem condições para propagar uma dança do ventre isenta dos estereótipos e exigir respeito de contratantes que desconhecem a arte”, declara.

Para Dalilah, o estudo contribui para que haja respeito e valorização dentro da dança do ventre
Para Dalilah, o estudo contribui para que haja respeito e valorização dentro da dança do ventre

Arte em debate – Porém as discussões envolvendo os processos de certificação na dança do ventre são inúmeras. Os julgamentos levantados fazem referência à determinação de um padrão análogo na dança do ventre.

Jorge Sabongi contesta e explica que as características e diferenças de cada bailarina são respeitadas. A certificação considera a qualidade técnica, expressiva e principalmente artística das bailarinas. “Quando a bailarina envia o material para avaliação da dança, ela recebe um perfil de tudo que precisa melhorar para começar a progredir mais depressa. Este é o objetivo da Pré-Seleção, por exemplo. A banca examinadora da Khan el Khalili é um parâmetros para a bailarina identificar se está no caminho correto e qual é a direção a seguir. Ter um ‘Padrão de Qualidade Khan el Khalili’ não é só um nome; não significa que a bailarina perderá suas características e estilo próprio. Significa que ela começa a compreender e adentrar no mundo mágico, que chamamos carinhosamente de ‘A Arte da Dança do Ventre’”, diz.

É o que confirma Talita Lelis, professora da Dalilah Cia de Dança do Ventre. A bailarina, que também é analista de Treinamento e Desenvolvimento em uma Instituição Financeira e coaching adquiriu o Selo da Casa de Chá – Khan el Khalili em 2014. Para ela, o processo é motivador para sair da zona de conforto. “A qualificação, independente da dança ou da área que você atua, deve ser constante. Quanto a Pré-Seleção especificamente, ou concursos de dança, a bailarina é impulsionada a estudar e aprender técnicas, estilos e performances diferentes. As novas habilidades são perceptíveis. Você entra no processo uma bailarina e sai outra” explica.

Talita: A qualificação, independente da dança ou da área que você atua, deve ser constante.
Talita: A qualificação, independente da dança ou da área que você atua, deve ser constante

Hana Maia, bailarina e também professora da Dalilah Cia de Dança do Ventre acaba de receber o Selo de Qualidade Khan el Khalili. De acordo com Hana, os processos de certificação acabam cobrando um rigor técnico, imprescindível para instituir um hábito de estudos. “Quando nos deparamos com a necessidade de estudar, nós damos a importância ao desenvolvimento técnico. Com a técnica, sentimos confiança para trabalhar o emocional que é fundamental para expressar os sentimentos na dança do ventre”, conclui.

De acordo com Hana, os processos de certificação acabam cobrando um rigor técnico, imprescindível para instituir um hábito de estudos. Crédito Foto: No
De acordo com Hana, os processos de certificação acabam cobrando um rigor técnico, imprescindível para instituir um hábito de estudos
Crédito Foto: No

Bailarina completa

Ser uma bailarina completa exige além de qualidade técnica, ética profissional e encantamento. Confira a lista de atributos a ponderar para ser uma bailarina profissional, conforme Jorge Sabongi.

– A dança deve ser harmônica.
– Humildade é essencial.
– Cuidado com os detalhes visuais! Muita informação confunde o público.
-Cuidado com a pontualidade! Uma bailarina profissional é pontual nos seus compromissos, shows e aulas.
– Respeito pelos demais profissionais.
– Ser autocrítica, mas não em excesso.
– Conhecer-se como mulher e buscar tornar-se única e não uma cópia “da cópia”,
– Ter opinião e saber quando mudá-la.
– Fazer de cada apresentação, uma obra-prima.

Comunicação Dalilah Cia de Dança do Ventre/LN